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"Clássico não se joga, se vence."

  • 3 de mar. de 2018
  • 3 min de leitura

Salve massa Atleticana. Domingo é dia de clássico e como disse a tempos atrás o ex-jogador do Galo, o meia Jesús Dátolo, às vésperas de um Galo x Treme Treme: "clássico não se joga, se vence". Dátolo, que foi um dos protagonistas daquele título da Copa do Brasil em 2014, decidida justamente em um clássico.

Ah, este meu rival, de tão freguês, virou cliente especial.

Como falar de clássico sem zuar com os 9 x 2? A torcida do rival diz que esse jogo não existe porque não viram. Eu não vi Noé construir a Arca e sei que ela existiu e ele a construiu, assim como o Fábio não viu o gol do Vanderlei, mas tomou o gol e foi igual diz o personagem Seu Boneco, "dis coistas".

Essa rivalidade tem números expressivos que mostram a supremacia do Galo sobre o rival. Foram disputados 501 jogos, com 202 vitórias do Galo, 133 empates e 166 vitórias do freguesão 5 estrelas.

É freguês em nível estadual, já que o Galo possui 44 títulos Mineiros contra 36 do rival e a freguesia se estende também em nível Nacional. Houveram 4 decisões por mata mata entre Galo e as Marias até os dias de hoje, em todas elas o Galo foi quem levou a melhor. A primeira vez foi nas quartas de final do Campeonato Brasileiro de 1986, o Galo levou a melhor empatando os dois jogos pelos placares de 0 a 0 e 1 a 1 que classificou o Galão para as semifinais, já que possuía a melhor campanha. Já pela Copa Ouro de 1993, mais um empate em 0 a 0 desta vez nas semifinais da competição. Na disputa de pênaltis melhor para os alvinegros que venceram por 5 a 4 e se classificaram para a decisão. Os rivais se encontraram novamente nas quartas de final do Brasileirão de 1999. Duas vitórias fantásticas em dois jogos e o Atlético se classificou para as semi finais: 4 a 2 na ida e 3 a 2 na volta. O quarto e mais recente encontro foi na final da Copa do Brasil de 2014, aquela em que o Rival novamente tremeu pra todo país ver. Duas vitórias sem dar chances ao freguês: 2 a 0 no primeiro jogo e 1 a 0 no segundo. Levantamos a taça no nosso maior Salão de festas.

Esse clássico de domingo iria marcar o reencontro do ex-cone que agora virou Maricone, com a torcida do Galo. Iria, pois o atleta teve uma lesão por excesso de tremedeira e não jogará o clássico. Uma pena, seria um alívio para nosso sistema defensivo, já que a fase dele por la anda pior do que quando estava cá.

O Galo vai embalado com moral para este jogo, vem de uma vitória sobre o Figueirense pela Copa do Brasil e em uma boa sequência desde que o Thiago Larghi assumiu o comando técnico. Ainda como treinador interino, Larghi terá neste domingo o seu maior desafio pela frente, este jogo que deixa "careca arrepiado", pode ser pra ele a "chave" de sua efetivação como treinador. Bom trabalho ele vem fazendo, vem merecendo pelo que tem trabalhado na equipe e pode neste domingo alcançando a vitoria, mostrar de vez para todos que é sim merecedor do cargo.

Confronto de duas equipes que tem estilo de jogo semelhante, priorizam defender bem e saber contra atacar. Um jogo em que detalhes definem a partida, quem errar menos vence, então muita atenção de início ao fim e saber ser "letal". São os "segredos" do clássico, além de jogar com alma, com raça e seguir à risca aquilo que diz o nosso Hino. "Lutar, lutar, lutar, com toda nossa raça pra vencer". Que seja dessa forma no domingo às 11:00 da manhã no estádio Independência e que a vitoria venha. Abençoado seja o Clube Atlético Mineiro.

Esporada nelas Galo!

Foto: Bruno Cantini/Atlético


 
 
 

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